Raízes Aéreas

Plebe Rude

In Música pelo mundo on 19 de novembro de 2011 at 14:25

Plebe Rude é uma banda brasileira de rock, formada em Brasília. Atualmente conta com Philippe Seabra, nas Vozes e na Guitarra, Clemente Nascimento, dos Inocentes, também nas Vozes e na Guitarra, André X, no baixo e nos vocais, e Txotxa (ex-Maskavo Roots) na Bateria.

Seus temas apontam para as incertezas políticas do país desde os tempos da ditadura até a atualidade e para o comportamento do ser humano em meio às dificuldades da vida. A Plebe surgiu da Turma da Colina numa época em que a polícia invadia a universidade para bater em estudantes e professores, em que a censura proibia canções e vetava sua execução pública. Isso na área da música popular, sem contar a perseguição ao teatro e à imprensa.

Sem fazer concessões, a Plebe Rude vendeu 500 mil cópias de seus seis discos, tocou no rádio e se apresentou na televisão. Em 2011 lançou o primeiro DVD “Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília” com um resumo da carreira bem sucedida, também em versão de CD.Concorre a Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro.

Plebe Rude

Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Os Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana). O estilo da banda, repleto de críticas sociais e políticas, reflete toda a cultura punk da época, porém com uma preocupação maior nas composições e elaboração dos arranjos e melodias. Por estes fatores, é considerado uma mistura do punk rock com a influência post punk inglesa e sua invasão oitentista do new wave.
Plebe Rude era umas das mais famosas bandas de Brasília, uma marco importante foi quando.A Plebe Rude e a Legião Urbana fizeram um show num festival de rock em Patos de Minas em 05 de Setembro 1982, primeiro show da recém formada Legião Urbana, abrindo para a Plebe Rude. Após as apresentações, acabaram sendo presos por causa de suas letras, Plebe Rude por uma música chamada “Voto em Branco” e Legião Urbana pela “Música Urbana 2”, mas todos acabaram soltos após a polícia local ser informada por eles mesmos que eram de Brasília, temendo que fossem filhos de políticos.
Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam “homenageado” na música “Minha Renda”. No principio, o encontro entre os plebeus e o paralama foi tenso, mas logo Herbert sacou todo o inteligente sarcasmo da Plebe Rude e a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.

Em 2003, Gutje e Jander Bilaphra deixam a banda. Plebe Rude volta na forma definitiva com Clemente, que também integra a banda Inocentes, e Txotxa, que já havia integrado a banda Maskavo Roots. Marca a banda mais madura e que é ainda umas das grandes banda do rock nacional. Em 2006, com esta nova formação, lançaram o álbum independente intitulado R ao contrário, lançado pela revista OutraCoisa do Lobão. Com destaque para as músicas “O que se Faz”, “R ao Contrario” e “Vote em Branco”,música que alis foi tocada pela banda no show de Patos de Minas em 1982 junto a Legião Urbana.

Em 2009, a banda gravou de forma independente o CD e DVD Rachando Concreto – 30 Anos Ao Vivo.Mostra que banda continua com letras críticas e atuais com sua relevância e atitude.Concorre a Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro. Em 2010, a banda assina com a gravadora Coqueiro Verde e confirma o lançamento do projeto no primeiro trimestre de 2011. Ainda em 2010, a faixa “The Wake” é destaque na trilha sonora do filme “Federal“, com Selton Mello, Michael Madsen e Carlos Alberto Riccelli no elenco e direção de Erik de Castro.

Formação atual

Philippe Seabra (guitarra e voz)
Clemente (guitarra e voz)
André X (baixo)
Txotxa (bateria)

Ex-integrantes

Gutje
Jander Bilaphra
Rogério Fontes

Álbuns de Estúdio

1985 – O Concreto Já Rachou (EMI)
1987 – Nunca Fomos Tão Brasileiros (EMI)
1988 – Plebe Rude III (EMI)
1993 – Mais Raiva Do Que Medo (Natasha Records/Sony Music)
2006 – R ao Contrário (Independente/OutraCoisa)

Álbuns Ao Vivo

2000 – Enquanto a Trégua Não Vem (EMI)
2011 – Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília (Coqueiro Verde)

Fotos

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Vídeos

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Topo

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