Raízes Aéreas

The Smashing Pumpkins

In Música pelo mundo on 21 de setembro de 2010 at 19:00

The Smashing Pumpkins é uma banda de rock alternativo norte-americana formada em Chicago no ano de 1987. A banda passou por diversas mudanças de integrantes ao longo do tempo, mas durante a maior parte de sua carreira, assim como na maioria dos créditos em seus álbums, foram compostos por Billy Corgan (vocais, guitarra), James Iha (guitarra, vocais), D’arcy Wretzky (baixo, vocais) e Jimmy Chamberlin (bateria, percussão).

Menos influenciados pelo punk rock do que outras bandas contemporâneas de rock alternativo, a banda possui uma sonoridade bastante diversa, densa, com uma forte presença de guitarras e com elementos de grunge, rock gótico, heavy metal, dream pop, rock psicodélico, rock progressivo, um estilo de produção shoegaze e, posteriormente, música eletrônica. O líder da banda, Billy Corgan, é o principal compositor – suas grandes ambições musicais e letras catárticas moldaram as canções e álbuns da banda, que têm sido descritos como “angustiados, relatos da terra de pesadelos de Billy Corgan.”

O Smashing Pumpkins surgiu no mainstream com o seu segundo álbum de estúdio, Siamese Dream, lançado em 1993. A banda construiu a fama deste álbum com uma extensa turnê, e seu sucessor, Mellon Collie and the Infinite Sadness, lançado no ano de 1995, estreou na primeira posição na Billboard. Com aproximadamente 18,3 milhões de álbuns vendidos apenas nos Estados Unidos em 2006, o Smashing Pumpkins foi uma das bandas mais aclamadas e de maior sucesso comercial dos anos 1990. De qualquer maneira, brigas internas, uso de drogas e a diminuição das vendas dos álbuns obrigaram a banda a se encerrar no ano de 2000. Em abril de 2006, Billy Corgan anunciou que a banda estava retornando e que iriam gravar um novo álbum. Os membros que retornaram foram Billy Corgan e Jimmy Chamberlin, e eles contrataram novos membros Jeff Schroeder (guitarra, vocais), Ginger Reyes (baixo, vocais) e Lisa Harriton (teclados, vocais) em 2007 para a turnê de divulgação do álbum Zeitgeist.

Com dezenove anos, o vocalista e guitarrista Billy Corgan deixou Chicago, sua cidade natal, e se mudou para São Petersburgo, na Flórida com sua banda de rock gótico The Marked. A banda teve sucesso limitado e rapidamente se dissolveu. Corgan retornou à Chicago, e arrumou um emprego em uma loja de discos, onde conheceu o guitarista James Iha. O ano era 1987. Na ocasião, James Iha fazia parte de uma banda local chamada Snake Train. Desde que sua banda anterior havia acabado, Corgan tinha planos de criar uma nova banda e curiosamente já havia escolhido um nome para ela – “Smashing Pumpkins”. Segundo entrevistas alguns anos depois, a então baixista D’arcy afirmou que tal nome havia surgido de uma piada sem graça que Corgan costumava contar. Alguns meses após hesitar em aceitar o convite feito por Corgan, James resolveu dar uma chance e iniciar a banda com Billy Corgan. Cheios de enfeites paisley e outros adornos psicodélicos, Billy e James começaram a criar músicas juntos (com a ajuda de uma bateria eletrônica) bastante influenciadas por The Cure e New Order. Ainda em 1987, Corgan e James contaram com a ajuda do baterista Ron Roesing, ex-integrante da antiga banda de Corgan, The Marked, para alguns ensaios. Inicialmente, Billy Corgan era o baixista e James o guitarrista. Roesing chegou a gravar duas faixas com o Smashing Pumpkins, que aparecem na primeira demo da banda, gravada em Março de 1988, intitulada Nothing Ever Changes. Porém, optou por não seguir adiante com a nova banda de Billy Corgan, já que nem era considerado membro e sim um colaborador. Corgan conheceu a baixista D’arcy Wretzky por volta de Maio de 1988 depois de um show da banda Dan Reed Network, onde conversaram sobre os méritos desta banda após o show. Ao saber que Wretzky tocava baixo, Corgan expôs a necessidade da sua banda por um baixista e deu a Wretzky seu número de telefone. Wretzky logo se juntou à banda, tendo um rápido romance com Iha.

A primeira performance dos Smashing Pumpkins foi em 9 de julho de 1988, no bar polonês Chicago 21. Essa performance incluiu somente Corgan, Iha e uma bateria eletrônica. Em 10 de agosto de 1988, a banda tocou pela primeira vez como um trio no Avalon Nightclub. Depois desse show, Joe Shanahan, dono do Cabaret Metro concordou em agendar a banda sob a condição de que eles substituissem a bateria eletrônica por um baterista tocando ao vivo. O baterista de jazz Jimmy Chamberlin foi recrutado pela banda por uma recomendação de um amigo de Corgan que assistira um show do Smashing Pumpkins. Chamberlin era uma combinação pouco provável, uma vez que ele não conhecia nada de rock alternativo na época e era fortemente influenciado por estilos musicais opostos ao que a banda tocava na época. Chamberlin inclusive havia participado de algumas bandas como JP and The Cats. Com essas palavras Corgan se refere ao período, “Estávamos completamente na onda do rock-triste, tipo The Cure. Levou dois ou três ensaios até eu perceber que a força da sua bateria nos permitiria tocar mais pesado do que tínhamos imaginado.” Em 5 de outubro de 1988, a banda na sua formação completa tomou o palco pelo primeira vez no Cabaret Metro. Apesar de não ser oficialmente membro da banda no momento, Chamberlin logo seria anunciado como membro oficial e a formação completa com quatro integrantes desse primeiro show no Metro permaneceria inalterada pelos próximos sete anos.

1979

Em 1989, o grupo tinha gravado algumas fitas demo, que apareceram mais tarde no lançamento paralelo Early 1989 Demos. Os Pumpkins fizeram sua primeira aparição em vinil no mesmo ano na compilação Light Into Dark, que contava com várias bandas alternativas de Chicago. Eles lançaram seu primeiro álbum, um single em edição limitada de “I Am One”, por uma gravadora local de Chicago, Limited Potential, em 1990. O single vendeu totalmente e eles lançaram outro, “Tristessa”, no Sub Pop, e depois fecharam contrato com a gravadora Caroline Records. The Smashing Pumpkins gravou seu álbum de estréia, Gish, em 1991 com o produtor Butch Vig no seu Smart Studios em Madison, Wisconsin, por 20 mil dólares. A fim de ganhar a consistência que queria, Corgan freqüentemente re-gravava algumas linhas de baixo, pois D’arcy ainda não possuía habilidade o suficiente para acompanhar os riffs de Corgan. Isto criava tensões na banda. A música fundia guitarras de heavy metal, psicodelia e dream pop, o que garantiu comparações com Jane’s Addiction. Gish acabou tendo um sucesso modesto e o single “Rhinoceros” foi um pouco tocado em estações de rádio de rock moderno. Depois de lançar o EP Lull em outubro de 1991 pela Caroline Records, a banda formalmente assinou contrato com a Virgin Records, que era filiada à Caroline. A banda promoveu o álbum com uma turnê com inclui abertura de shows de outras bandas como Red Hot Chili Peppers, Jane’s Addiction e Guns N’ Roses. Durante a turnê, Iha e Wretzky passaram por um rompimento desastrado, Chamberlin se viciou em narcóticos e álcool e Corgan mergulhou numa profunda depressão, escrevendo algumas canções para o próximo álbum na garagem em que morava na época.

Mellon Collie and the Infinite Sadness: 1995–1997

Corgan trabalhou sem parar ao longo do ano seguinte e escreveu, de acordo com declarações em entrevistas, em torno de 50 canções para o álbum seguinte. Após esse período de criatividade concentrada os Pumpkins voltaram ao estúdio com os produtores Flood e Alan Moulder para trabalhar no que Corgan descreveu como “The Wall para a Geração X”, uma comparação com o famoso álbum-conceito do Pink Floyd.

O resultado foi Mellon Collie and the Infinite Sadness, um álbum duplo contendo 28 canções com duração de mais de duas horas (a versão em vinil contém três gravações, duas canções extras, e uma listagem de faixas alternativa). A intenção era fazer com que as canções se complementassem conceitualmente como um símbolo do ciclo de vida e morte. Elogiado pela Time como “o trabalho mais ambicioso e bem acabado do grupo até o presente”, Mellon Collie estreou no topo na lista da Billboard em outubro de 1995. ainda mais bem-sucedido que Siamese Dream, foi certificado nove vezes com platina nos Estados Unidos e se tornou o álbum duplo mais vendido da década. O álbum também ganhou sete nominações para o Grammy de 1997, inclusive Álbum do Ano. A banda ganhou apenas o prêmio de melhor performance de Hard Rock pelo single “Bullet with Butterfly Wings”. O álbum deu origem a cinco singles:”Bullet with Butterfly Wings”, “1979”, “Zero”, “Tonight, Tonight” e “Thirty-Three”, das quais as primeiras três foram certificadas “ouro” e todas menos “Zero” entraram nas Top 40. Muitas das canções que não entraram no Mellon Collie foram lançadas como lado-B dos singles, e foram eventualmente compiladas na caixa The Aeroplane Flies High. Como um testemunho da popularidade da banda, a Virgin Records originalmente pretendia limitar a edição dessa caixa em 200.000 cópias, mas produziu mais depois que a produção original se esgotou devido à grande demanda.

Em 1996, os Pumpkins embarcaram em uma longa turnê mundial para incentivar Mellon Collie. A aparência de Corgan nesse período – cabeça raspada, uma camisa preta de manga comprida com a palavra “zero” estampada e calças prateadas — se tornou icônica. Nesse ano, a banda também fez uma aparição especial em um episódio dos Simpsons, “Homerpalooza”. Com considerável reprodução na MTV, grandes prêmios da indústria e camisetas “zero” vendendo em muitos shoppings, os Pumpkins eram considerados uma das bandas mais populares da época. Mas o ano esteve longe de ser inteiramente positivo para a banda. Em maio, os Smashing Pumpkins tocaram no The Point Theatre em Dublin, na Irlanda. Apesar dos repetidos pedidos da banda para que parassem com o mosh, uma fã de 17 anos chamada Bernadette O’Brien foi esmagada até a morte. O show acabou ais cedo e a performance da noite seguinte em Belfast cancelada em espeito a ela. No entanto, enquanto Corgan dizia que a “época do moshing tinha passado”, a banda continuou a requisitar concertos open-floor pelo resto da turnê.

Bullet With Butterfly Wings

A banda sofreu uma tragédia pessoal na noite de 11 de julho de 1996, quando um tecladista contratado para a turnê, Jonathan Melvoin e Chamberlin se “overdosaram” de heroína em um quarto de hotel em Nova Iorque. Melvoin morreu e Chamberlin foi preso por porte de drogas. Poucos dias depois a banda anunciou quet Chamberlin tinha sido demitido como resultado do incidente. Os Pumpkins optaram por encerrar a turnê e contrataram o baterista Matt Walker e o tecladista Dennis Flemion. Mais tarde Corgan disse que sua decisão de continuar com a turnê foi a pior que a banda já tinha feito, prejudicando tanto a sua música quanto sua reputação. No meio tempo a banda concedeu entrevistas desde o lançamento de Mellon Collie afirmando que seria o último álbum convencional dos Pumpkins, e que o rock estava ficando velho e sem graça. James Iha disse no final de 1996: “O futuro está na música eletrônica. Parece realmente entediante só tocar música rock.

Reunião: 2005–presente

Em 21 de junho de 2005, o dia do lançamento de seu álbum TheFutureEmbrace, Corgan pôs um anúncio de página inteira no Chicago Tribune e no Chicago Sun-Times para anunciar que ele planejava reunir a banda. “Por mais de um ano,” Corgan escreveu, “eu tenho andado por aí com um segredo, um segredo que eu optei por manter. Mas agora eu quero que vocês sejam um dos primeiros a saber que eu tenho feito planos para renovar e reviver os Smashing Pumpkins. Eu quero a minha banda de volta, minhas canções e meus sonhos.” Enquanto tocava em várias escolas de bateria pela Europa em setembro de 2005, Jimmy Chamberlin confirmou que uma turnê de reunião estava planejada para começar em fevereiro de 2006, com um novo álbum seguindo possivelmente. Em fevereiro de 2006, a MTV.com escreveu que Corgan e Chamberlin tinham assinado um novo contrato com Front Line Management, e Melissa Auf der Maur afirmou que os dois estavam trabalhando no material para um novo álbum.

Em 20 de abril de 2006, o site oficial da banda confirmou a reunião dizendo: “É oficial. Os Smashing Pumpkins estão escrevendo novas músicas para o seu próximo álbum, o primeiro desde 1999.” O website mais tarde divulgou que o novo álbum seria produzido por Roy Thomas Baker, que produziu vários dos álbuns do Queen, inclusive A Night at the Opera.[De acordo com um blog no MySpace postado por Jimmy Chamberlin em 20 de outubro de 2006, eles terminaram o trabalho com Baker e tinham solicitado ajuda do produtor Terry Date, que já havia trabalhado com Deftones, Pantera e Soundgarden.

Tonight, Tonight

Corgan e Chamberlin foram verificados com sendo parte da reunião, mas havia dúvidas quanto aos outros membros da banda. Em abril de 2007, Iha e Auf der Maur separadamente confirmaram que não iriam participar da reunião. Chamberlin mais tarde iria dizer quet Iha e Wretzky “não queriam fazer parte” da reunião. Os Smashing Pumpkins se apresentaram ao vivo pela primeira vez desde 2000 em 22 de maio de 2007, em Paris. Lá, a banda mostrou seus novos membros de turnê Jeff Schroeder e Ginger Reyes, que assumiram a segunda guitara e o baixo, respectivamente, junto com Lisa Harriton nos teclados. Naquele mesmo mês, “Tarantula” foi lançada como o primeiro single do próximo álbum da banda. Em 7 de julho, a banda se apresentou no Live Earth em Nova Jersey. O novo álbum da banda, Zeitgeist, foi lançado no mesmo mês pela Reprise Records, entrando na Billboard em segundo lugar.

O grupo lançou um EP de quatro canções American Gothic em janeiro de 2008. O EP foi lançado digitalmente no iTunes nos EUA, e internacionalmente como um CD. Em uma entrevista numa rádio em fevereiro de 2008, Corgan disse que a banda tocaria em lugares menores, com shows dedicados a momentos específicos da música da banda. A banda planeja lançar material de arquivo da sua carreira inteira. Em março o grupo contribui com a canção “Superchrist” para uma compilação em CD lançada pelo Guitar Center. Apesar de que Corgan e Chamberlin tem continuado a gravar como um duo, Jeff Schroeder deu indicações de que poderia contribuir para gravações futuras. Não mais ligado a uma gravadora, Corgan e Chamberlin compraram um estúdio de gravação em Chicago e começaram a gravar em maio, novamente como um par. A banda planeja lançar um novo single em setembro de 2008.

A 20 de Março de 2009 foi anunciada no site oficial, a saída de Jimmy Chamberlin do grupo. Apesar disso, Billy Corgan diz que irá para estúdio gravar novos temas dos Pumpkins.

Estilo musical e influências

A direção da banda é dominada pelo líder, guitarrista e principal compositor Billy Corgan. O jornalista Greg Kot escreveu: “A música [dos Smashing Pumpkins] não seria o que é sem a sua ambição e visão e as suas notavelmente fragmentadas relações com família, amigos e colegas de banda.” Melissa Auf der Maur comentou por ocasião da notícia da reunião da banda: “Todo mundo sabe que o Billy não precisa de muita gente pra fazer uma gravação dos Pumpkins além de Jimmy [Chamberlin]—com quem ele já conta.” Muitas das letras para os Pumpkins são expressões catárticas de emoção, cheias de poesia pessoal e fortes acusações de si mesmo e daqueles a sua volta. Críticos musicais frequentemente não eram fãs das letras cheias de raiva de Corgan. Jim DeRogatis escreveu em 1993 num artigo do Chicago Sun-Times que as letras de Corgan “pareciam só poesia de adolescente”, apesar de ver nas letras dos álbuns posteriores Adore e Machina como um progresso.

A sonoridade distintiva dos Smashing Pumpkins até Adore envolviam sobrepor em camadas várias faixas de guitaras em uma canção durante o processo de gravação, uma tática que o coprodutor Flood, de Mellon Collie and the Infinite Sadness chamou de o “exército de guitarras overdub dos Pumpkin”. Houve poucas partes overdubbed em Gish, mas Corgan disse que realmente tinha começado a explorar as possibilidades do overdubbing com Siamese Dream. Corgan afirmou que só a faixa “Soma” contém até 40 pates de guitarra overdubbed. Como Corgan sabia que muitas das suas canções seriam difíceis ou impossíveis de serem replicadas das versões gravados no palco (de fato, algumas canções foram drasticamente alteradas para performances ao vivo), ele explicou o uso de overdubbing colocando a pergunta “quando você se vê na situação de fazer uma representação gravada permanente de uma canção, por que não a dotar com a visão o mais grandiosa possível?” Esse uso de sons em múltiplas camadas foi inspirado pelo paixão de Corgan pelas bandas de arena rock dos anos 1970 como Queen, Boston e Electric Light Orchestra, assim como o shoegaze, um estilo britânico de rock alternativo do final dos anos 1980 e começo dos 90 que usava muitas camadas de guitarra com efeitos. O coprodutor de Mellon Collie, Alan Moulder, foi originalmente contratado para mixar Siamese Dream, porque Corgan era um fã do seu trabalho de produção de bandas de shoegaze como My Bloody Valentine, Ride e Slowdive.

Como muitas bandas alternativas contemporâneas, The Smashing Pumpkins utilizou mudanças na dinâmica da música, de quieta para forte e vice versa. O álbum seminal de Hüsker Dü Zen Arcade demonstrou à banda como poderiam colocar material mais suave junto com sons mais agressivos, e Corgan deu a essas mudanças na dinâmica um papel central na sua busca de suas grandes aspirações musicais. Corgan disse que ele gostava da idéia de criar seu próprio universo alternativo através do som que em essência fala ao ouvinte: “Bem-vindo à Terra Pumpkin, esse é o som do Planeta Pumpkin.” Essa ênfase na atmosfera foi levada até os álbuns Adore (descrita como “arcane night music” no pré-lançamento) e Machina (álbuns conceituais que contam a história de uma banda de rock fictícia).

Os Pumpkins tiraram inspiração de uma variedade de outros gêneros, alguns fora de moda durante os anos 1990 entre os críticos. Corgan era aberto sobre o seu apreço do heavy metal, citando Dimebag Darrell do Pantera como o seu guitarista contemporâneo favorito. Quando um entrevistador comentou a Corgan e Iha que os “Smashing Pumpkins era um dos grupos que re-legitimizaram o heavy metal” e que eles “estavam entre os primeiros rockeiros alternativos a mencionar gente comoe Ozzy e Black Sabbath por qualquer outro motivo além de desgosto”, Corgan falou sobre a canção Master of Reality do Black Sabbath e Unleashed in the East do Judas Priest. A canção “Zero”, que lembrava Iha do Judas Priest, é um exemplo do que a banda apelidou “cybermetal”. Bandas pós-punk e de rock gótico como Joy Division/New Order, Bauhaus, The Cure e Depeche Mode foram influências que formaram o senso musical da banda. O rock psicodélico também foi frequentemente revisitado nas primeiras gravações da banda. De acordo com Corgan, “Bem à maneira Pumpkins, ninguém naquela época gostava de guitarras barulhentas e música psicodélica então, é claro, isso era exatamente o que tínhamos que fazer.” Corgan reconheceu que um acordo chamado de brincadeira de “o acorde Pumpkin” (um G# em oitava no décimo-primeiro traste com o bordão E solto tocado junto), usado na base der “Cherub Rock”, “Drown” e outras canções, foi na verdade usado antes por Jimi Hendrix. Outras influências citadas por Corgan incluem Cream, The Stooges e Blue Cheer.

A respeito da influência da banda sobre outros grupos, Greg Kot escreveu em 2001, “Enquanto o Nirvana deu à luz incontáveis mini-Nirvanas, os Pumpkins permanecem uma ilha em si mesmos.” Ainda assim, alguns artistas tem citado os Pumpkins como uma influência, como Nelly Furtado e membros do My Chemical Romance. O vocalista do My Chemical Romance, Gerard Way, disse que eles modelam a sua carreira à dos Pumpkins, inclusive a atenção que dão aos seus videoclipes. Os membros da banda conterânea de Chicago Kill Hannah saõ amigos de Corgan, e o vocalista Mat Devine comparou o seu grupo aos Pumpkins. O vocalista dos Deftones, Chino Moreno, disse numa entrevista que ele é fã de Adore, e que ouviu muito o álbum durante uma turnê e que “Once Upon a Time” “realmente o move”. Críticos tem encontrado conexões com o som dos Pumpkins em vários álbuns do Deftones.

Integrantes

Membros
Billy Corgan – vocal e guitarra (e em studio, vocal de apoio, baixo e piano) (1987-2000, 2006-atualmente)

Ex-Membros
James Iha – guitarra e back vocal (e em algumas músicas vocal) (1987-2000)
D’arcy Wretzky – baixo e back vocal (1988-1999)
Jimmy Chamberlin – bateria (1988-1996, 1999-2000, 2006-2009)

Membros Contratados
Jeff Schroeder – guitarra (2007-atualmente)
Ginger Reyes – baixo, back vocal (2007-atualmente)
Lisa Harriton – teclados, back vocal (2007-atualmente)
Melissa Auf der Maur – baixo (1999-2000)
Kenny Aronoff – bateria (1998)
Matt Walker – bateria (1996-1997)
Dennis Flemion – teclados (1996)
Jonathan Melvoin – teclados (1996)

Discografia

1991 – Gish
1993 – Siamese Dream
1995 – Mellon Collie and the Infinite Sadness
1998 – Adore
2000 – Machina/The Machines of God
2000 – Machina II/The Friends & Enemies of Modern Music
2007 – Zeitgeist
2012 – Oceania

Fonte da Bio: Wikipédia.
Atualizado em 5/08/2014.

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