Raízes Aéreas

The Prodigy

In Música pelo mundo on 21 de outubro de 2009 at 21:39

The Prodigy é uma banda britânica de música eletrônica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex, e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.

Desde então a banda que começou a tocar em raves pelo Reino Unido tem realizado concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia. A banda possui já anos de experiência, com altos e baixos, sendo o auge da carreira em termos comerciais quando o compacto “Firestarter” em 1996 despontou na grande mídia. A par do compacto seguinte, “Breathe”, “Firestarter” criou condições para que o terceiro álbum da banda The Fat of the Land fosse topo de parada em vários países (22 ao todo, na primeira semana seguinte ao lançamento) expandindo assim ainda mais a sua base de fãs. A banda já recebeu várias nomeações e prémios da indústria discográfica, no qual o destaque vai para Grammys e vitórias em várias categorias da entrega anual dos Prémios Europeus de Música da MTV.

Em 2007 a banda deu alguns concertos sobretudo em festivais, em países como o Dubai, Portugal (Creamfields), Espanha e Bélgica. A banda prepara-se para lançar o próximo álbum, de titulo ainda desconhecido, no primeiro trimestre de 2008 pela sua recém criada editora Ragged Flag, depois de abandonarem em 2006 a sua editora de sempre, a XL-Recordings.

Liam descreveu o próximo álbum como sendo mais melódico, tendo afirmado numa entrevista ao site de fãs, Nekozine, em Agosto de 2006, que já existiam dezoito faixas. Nessa mesma entrevista Liam prometeu que disponibilizaria através do sítio oficial uma série de demos pré-Experience. Isso sucedeu em meados de Setembro, quatro dessas cinco demos eram até então desconhecidas, “OZ”, “Evil Minds”, “Dr. Zupan” e “Lift Me”.

Origem do nome “The Prodigy”

Oficialmente o nome deles refere-se ao primeiro sintetizador usado por Liam Howlett (Veja a figura ao lado), é como ele era chamado Moog Prodigy. Mas há uma outra (possível) explicação para isso: em Inglês a palavra “Prodigy” significa ”Assombroso, Maravilhoso”, ou alguém (Especialmente uma criança) de talentos maravilhosos (”prodígio infantil”). Neste caso, Prodigy refere-se a Liam – Olha o que ele disse sobre isso: ”A primeira vez que eu pensei no nome, obviamente que eu não considerei que poderiam ser 4 pessoas. Era somente eu, anônimo, em minha cama, escrevendo música: the prodigy.”

O Cabeça da Banda

O cabeça do Prodigy (apesar do fato de que Keith é o frontman, e Maxim é o MC nos concertos) é Liam Howlett, o ”prodígio” que fica por trás da banda. E embora sem ele basicamente nada de música existiria (Ele toca todos os instrumentos num sintetizador exceto as guitarras, que é tocado por vários artistas nas faixas), mas sem a existência dos outros 3 (Keith, Maxim e o subestimado Leeroy) eles poderiam ser nunca uma ótima banda – todos os 4 são requeridos para criar ”O sentimento do Prodigy”.

O primeiro Single

Não, a primeira faixa não foi Breathe, nem mesmo Firestarter. Muitas pessoas têm se apaixonado por eles recentemente devido a variedade de estilos e vindo a ser mais “comercial” do que eles eram… Você apenas comprou numa loja de CD algo chamado como “The Fat Of The Land” (Sim, Eu ouço este CD muitas vezes!) é o terceiro Álbum deles , o primeiro foi Experience, E o segundo Music For The Jilted Generation. O primeiro single deles, de qualquer forma, foi o pré-Experience (Não foi incluído na Experience) What Evil Lurks, que vendeu cerca de 7,000 copias e virtualmente é impossível de achar.

The Prodigy Underground

Você pode ter ouvido falar sobre o Prodigy vindo a ser underground. O que nós nos referimos com isso é que eles eram totalmente desconhecidos em muitas partes do mundo antes de Firestarter, mais um culto que uma real nave espacial (que é – concordando com Liam, mas não concordando com que eles têm feito recentemente – o que eles querem: serem mais ou menos conhecidos). De qualquer forma, eles vêm sendo um real sucesso no Reino Unido desde Charly (1991) – e depois No Good e Poison lhes trouxeram sucesso em muitos países, mas o real atalho foi The Fat Of The Land.

O gênero

Esta é uma questão que não pode ser respondida. Condicionou-se dizer que é Techno, mas se escutar as faixas “Their Law”, “Poison” ou mesmo “Firestarter” verá que não se encaixa no termo. A melhor definição para a música deles seria “Eletrônica”, pois usa sintetizadores e baterias eletrônicas na maioria das músicas.

Álbuns de estúdio

1992 – Experience
1994 – Music for the Jilted Generation
1997 – The Fat of the Land
2004 – Always Outnumbered, Never Outgunned
2009 – Invaders Must Die
2011 – World’s On Fire

Membros

Keith Flint – vocal e ex-dançarino
Liam Howlett – teclados, programação e produção
Maxim Reality – vocal e MC

Fonte: Last FM.
Atualizado em 03/04/2013.

Fotos

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Vídeos

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Omen

Invaders Must Die

Smack My Bitch Up

Breathe

Firestarter

Thunder

Take Me to the Hospital

Colours

Stand Up

Voodoo People

Topo

Banda britânica de música eletrónica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinthem 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.Desde então a banda que começou a tocar em raves pelo Reino Unido tem realizado concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia. A banda possui já anos de experiência, com altos e baixos, sendo o auge da carreira em termos comerciais quando o compacto “Firestarter” em 1996 despontou na grande mídia. A par do compacto seguinte, “Breathe”, “Firestarter” criou condições para que o terceiro álbum da banda The Fat of the Land fosse topo de parada em vários países (22 ao todo, na primeira semana seguinte ao lançamento) expandindo assim ainda mais a sua base de fãs. A banda já recebeu várias nomeações e prémios da indústria discográfica, no qual o destaque vai para Grammys e vitórias em várias categorias da entrega anual dos Prémios Europeus de Música da MTV.

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